terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Contos Gay - Dei para o meu primo



Eu tinha 17 anos quando comecei a me corresponder pelo computador com o Luciano que deveria ter uns 14 anos, naquela época eu ainda não tinha certeza de minha bi-sexualidade, meu olhar era atraído por homens, principalmente se bonitos e guapos, mas namorava prendas, inclusive hoje sou casado com uma delas. O Luciano ainda não me chamava a atenção, era um piázinho, embora já fosse bonito e mais alto do que eu, como se via nas fotos que normalmente trocávamos.

Mas com o tempo passando, ele foi se transformando no guapo que é hoje, quando ele tinha 16 anos e eu 19, já sentia muita atração por ele, pois adorava olhar suas fotos, principalmente aquelas que ele estava na piscina, era campeão juvenil de natação, e por isso me enviava muitas fotos só de sunga, impressionava ver o tamanho da mala do piá, nele tudo é grande, hoje ele tem aproximadamente 1,90 de altura muito bem distribuída, num corpo muito bem malhado, e a mala deve beirar os 20 cm fácil, fácil, e naquela época mesmo sendo mais novo, já me excitava e me deixava louco de vontade de dar pra ele, e eu passei a guardar num arquivo as melhores fotos dele.

Pouco antes de nos conhecermos pessoalmente, ele então com 18 anos e eu com 21, começamos a nos falar através da Webcam, procurava falar com ele já tarde da noite, pois com certeza o pegaria sozinho no quarto só de cueca, e poderia me deliciar vendo seu corpo musculoso e completamente sem pelos, procurava excitá-lo falando de sexo, e quando por sorte conseguia ver sua mala, querendo sair da cuequinha, tinha que me controlar pra não dar bandeira.

A vontade de dar para ele era tão grande, que convenci meu velho a convidar minha tia e a família a vir até o sul para passar o Natal conosco. Eles aceitaram e foi muito emocionante quando no aeroporto o vi ao vivo e a cores pela primeira vez, ele realmente era lindo, com seu corpo atlético e seus braços fortes, era mais fachudo e ainda mais tesudo do que parecia nas fotos. Mas eu não podia dar bandeira, e ele continuou pensando que eu era tão macho quanto ele.

Nos três dias que a família dele esteve conosco, eu não consegui vê-lo nu, nem mesmo de cueca, pois dormíamos na sala, e, portanto ficávamos de short, mas já me excitava vendo seu peito musculoso, o tronco com musculatura bem definida na barriga e suas costas largas. Mas na piscina podia vê-lo de sunga, e apreciar suas coxas grossas e lisas, ver sua mala, e perceber que mole seu pau é como de muitos quando está duro, além de não deixar de olhar para sua bunda, firme e carnuda, que chega a dar inveja a muitas mulheres. Tinha que disfarçar sempre que meu pinto queria dar sinal de vida, e quando podia me punhetava imaginando como seria aquele porrete, se lá ele também tirava todos os pelos e querendo-o dentro de mim.

Quando estavam para ir embora, consegui convencê-lo a ficar até o Ano Novo. Levamos a sua família até o aeroporto e voltamos conversando sobre sexo e pude perceber que ele se excitava fácil e eu não conseguia tirar os olhos do volume que se formou dentro de sua bermuda. Ao chegarmos a casa, fui logo dizendo: agora tu não precisas dormir mais na sala, pois no meu quarto há uma cama sobrando, a do meu irmão casado.

Mais tarde já no quarto, estava louco para poder vê-lo na intimidade, gelei quando veio do banho enrolado numa toalha e ao tirá-la, barbaridade, vestia uma cueca slip branca que deixava transparecer todo o seu conteúdo, e que conteúdo, como comecei a me excitar, tratei logo de provocá-lo com assuntos eróticos, deixando-o também excitado. Duro o cacete do piá, não cabia na cueca, se ele puxava pra não mostrar a pica, mostrava o saco, e vice-versa, e eu ali olhava tudo aquilo alucinado.

Perguntei-lhe se gostava de assistir filme pornô, ele disse que sim, então escolhi um e o coloquei no vídeo, deitamos e começamos a assistir, eu nem me lembro da estória, pois olhava para a TV, mas na realidade estava só pensando nele ali do meu lado, com aquilo tudo a minha disposição, aos poucos comecei a me masturbar por debaixo do lençol, e o meu tesão aumentou quando percebi que o Luciano, assistindo ao filme, fazia o mesmo, não agüentei muito tempo, vendo aquele mastro que se agigantava por baixo do lençol, e tive que correr pro banheiro apertando o pau e lá descarregar o chorro do meu gozo.

No dia seguinte, lhe pedi desculpas pelo ocorrido, ele falou que era normal que nos masturbássemos assistindo filme erótico. À noite escolhi outro filme para assistir, desta vez como ele tinha me deixado à vontade com relação à masturbação, comecei a me bronhar sem me cobrir com o lençol, na esperança que ele fizesse o mesmo, e assim foi, ele levantou a lateral da cuequinha, pôs a geba pra fora e num instante a fez ficar dura e enorme, era impressionante ver aquele pedaço enorme de músculo, exibindo uma cabeçorra rosada e intumescida, assim só tinha visto em fotos e vídeo, achava até que não existia de verdade, além de longa, era grossa, não agüentei e exclamei, porra piá você é um homem ou um cavalo tchê, ele riu.

Foi ai que eu perguntei se ele alguma vez já tinha sido bronhado por outra pessoa, ele respondeu que sim, por mulher. Mas eu disse, assim assistindo um filme, ele respondeu que não, e eu disse: tu não sabes como é gostoso, é completamente diferente de tu mesmo se bronhar. Ai ele disse: é, mas não tem ninguém aqui pra nos fazer isso, se queremos gozar temos que fazer nós mesmos. Então eu falei: isso mesmo, nós mesmos, eu bato pra ti e tu bates pra mim, ele me chamou de louco e disse que jamais faria isso.

De vereda, levantei-me e também com o pau duro e pra fora da cueca, me deitei ao seu lado na outra cama, ele colocando a rola pra dento da cueca, quis sair da cama, mas eu o segurei dizendo: tu não te aporreis, não precisa fazer nada que não queiras. Ele estava tremendo de tesão, então não reclamou quando comecei a passar a mão em suas roliças e duras coxas, depois em seu definido abdômen, e lentamente fui lhe tirando a cueca, e pude então ver e pegar aquele maravilhoso mastro, que mal cabia em minha mão, e como imaginei, por ele ser nadador, era totalmente desprovido de pentelhos. Comecei então a punheta-lo sempre com a mão cheia de saliva, ora pegando firme, subindo e descendo da cabeça até o saco, sentindo seus enormes bagos, ora apenas lentamente sentindo suavemente a maciez daquele caralho, não demorando muito para fazê-lo gozar e esporrar com uma intensidade e quantidade surpreendente.

No dia seguinte, perguntei: tu gostastes da experiência, ele respondeu que sim, que tinha sido muito forte e gostoso, mas mesmo assim, achava estranho, e eu lhe disse: tu não tens que se encanar, apenas tu tens que viver o momento. À noite quando ele saiu do banho com a toalha enrolada na cintura e entrou no quarto, na TV eu já passava outro filme pornô, eu estava deitado na cama dele, ele tirou a toalha e estava nu e quando ia pegar uma cueca pra vestir, eu disse: porque não vens deitar assim, e levantando o lençol completei: eu também estou nu, ele ficou pensativo por um tempo, mas veio e se deitou ao meu lado.

Ao perceber que ele já estava bastante excitado pelo filme, vendo o volume que sua vara fazia sob o lençol, perguntei-lhe: Lu, tu queres repetir a experiência de ontem, ele respondeu que não sabia ao certo, e eu disse: só que desta vez tu tens que colaborar também, então ele disse que era melhor eu voltar pra minha cama, e que a gente devia esquecer o ocorrido.

Então virei-me de costas para ele, e disse: vamos fazer o seguinte eu te masturbo deixando você roçar e se esfregar na minha bunda e tu depois se quiseres só tens que pegar de leve no meu pau. Mais uma vez eu contei com a força da volúpia do piá, ele se virou em direção ao meu rabo e eu peguei seu porrete, o massageava e ao mesmo tempo o esfregava em toda a minha bunda, não deixando de passá-lo em meu rego e sentir o calor da chapeleta daquele cacetão no meu cuzinho.

No momento certo peguei sua mão e a levei até minha pica, ele meio sem jeito começou também a me masturbar. Depois de algum tempo nessa sacanagem, perguntei-lhe se ele já tinha sentido a sensação gelada do KY no pau, ele respondeu que não, me levantei e peguei o gel, passando com carinho em todo o seu mastro, e ele dizendo que realmente dá uma sensação gelada muito gostosa, mas sem ele perceber passei uma boa porção no meu cuzinho, depois me deitei na mesma posição que estávamos antes.

A rola dele deslizava gostoso por todo o meu rego, ai resolvi que tinha chegado o tão esperado momento, desta vez segurei firme a vara do meu primo, parei com ela na portinha do meu cuzinho que há essa hora piscava de tesão e forcei a bunda para traz, fazendo com que a aquela cabeça rosada e enorme de sua rola entrasse todinha no meu cu, que estava bem lambuzado de KY, eu sentia que meu corpo se abria para receber aquele pênis enorme, jovem e cheio de virilidade, ele então não resistindo mais a minha investida, e com inebriada volúpia, passou a empurrar o seu corpo contra o meu, fazendo com que logo os seus grandes bagos estivessem encostados na minha bundinha.

Ele então assumiu a situação e com muito tesão passou a socar fortemente sua rola no meu cuzinho, fazendo-me gemer de dor e prazer, como esperei por isso, como era bom sentir as estocadas daquele macho dentro de mim, aos poucos a dor foi diminuindo, meu cu foi se acostumando ao calibre daquela vara e assim era só prazer. Ele pediu para eu ficar de quatro, mal encostou o porrete no meu anel fervente, forçou e entrou de uma vez só até o talo, eu sentia a pulsação do seu pau, dentro do meu rabo, e ele gemia e se contorcia de tesão no vai e vem que cada vez mais rápido ele executava, até parar e eu sentir que seu pau em espasmos latejantes explodia em gozo no meu cu, em jatos fortes, me enchendo de porra quente e grossa.

Nos dois dias seguintes ele não conseguia resistir e sem filme nenhum, aceitava meus carinhos e me comia gostoso. No dia que ele iria embora, eu com muita vontade de sentir seu pauzão em minha boca, acordei e ainda com ele dormindo, me aproximei e comecei a lamber e chupar seu pau, que como já disse mole, enchia minha boca, ao mesmo tempo em que seu pau crescia, ele acordou e concordou em deixar chupetá-lo, lambi, chupei e suguei aquele caralho até ficar com a boca cheia do seu leite, não perdi uma única gota, mesmo porque era o liquido mais adocicado que eu já havia experimentado, e eu também gozei gostoso me masturbando.

(Lu, nunca mais estivemos juntos, mas tu não imaginas a saudade que tenho daquela semana, quando conheci o outro lado do prazer, obrigado. Beijo.)

sábado, 5 de dezembro de 2009

TO TREPANDO COM MEU FILHO (REAL)


Tenho 45 anos e moro em uma cidade do interior de SP. Não sou lindo, mas estou enxuto pra minha idade e sou muito safado em relação a sexo. Minha história é real e por isso não posso me identificar. Tudo começou após me separar de minha esposa. Já tinha me relacionado com homens antes do casamento e tive algumas aventuras enquanto estive casado também. Há 3 anos me separei. Mas minha vida mudou mesmo desde que nosso único filho, um garoto de 19 anos, veio morar comigo, há 1 ano. Nunca tinha tido nenhuma intenção sexual em relação a ele, jamais isso passaria na minha cabeça.
Porém, teve um dia que ao voltar mais cedo do trabalho tive uma surpresa que mudou a minha relação com o meu filho. Ele estava no quarto dele, pelado na cama, batendo punheta e cheirando uma cueca. Minha surpresa foi ainda maior quando percebi que a cueca era minha! Fiquei louco na hora! Ele cheirava a cueca, passava pelo rosto, e punhetava gostoso. Ele não tinha percebido minha presença! Fiquei maluco, estático, sem reação. Eu fiquei uns 5 minutos parado no corredor, vendo ele naquela punheta, mas sem entrar no quarto.
Não conseguia acreditar que meu filho, que eu jamais suspeitaria algo, estava com a minha cueca cheirando enquanto batia uma. Pensei em sair de lá e ir pro meu quarto, mas no impulso do tesão criei coragem e entrei dentro do quarto. Ele deu um pulo de susto! Ficou totalmente sem jeito ao me ver! Daí eu disse “calma, filho, ta tudo bem...pode continuar...”. Ele ficou nervoso e eu continuei dizendo “ não sabia que você gostava de cheirar minha cueca..” Ele me interrompeu “desculpa, pai!”. Eu quis deixà-lo mais à vontade “ Não tem que pedir desculpa, se isso te dá tesão não tem problema nenhum!
Conforme o tempo ia passando meu tesão ia subindo, eu tomei mais coragem ainda e arranquei a calça. Tirei minha cueca e dei pra ele; “olha, filho, pode cheirar essa,ta com mais cheiro de rola!” Ele ficou meio apreensivo, mas pegou. Eu falava ‘Cheira vai, sente o cheiro da minha pica!”. Ele me obedeceu! Nem acreditava no que estava vendo!
Meu pau tava muito duro...Meu filho na minha frente cheirando minha cueca e batendo punheta!
Eu já tava doido e falei pra ele me chupar. Ele assustou e falava: “Porra, eu chupar o senhor? Tem certeza?” Eu falava: “Claro, filhão! Engole minha vara vai!”. E ele começou lambendo as bolas do saco, nem imaginava que ele sabia fazer aquilo. Depois, foi chupando o pau todo, lambendo a cabeça e sugando bem gostoso. Eu delirava e falava “caralho, filho, não sabia que você fazia isso!”. “Eu curto pau, pai!” ele falava.
Ele foi cada vez ficando mais safadinho, mais solto. A gente já tinha perdido a noção de tudo, já tinha virado putaria. Eu coloquei ele de frango assado e foi lambendo o cuzinho dele. Daí reparei que ele raspa os pelos da bunda, o rabo dele é lisinho! Enfiava a língua no cu dele, lambi também o pau...Eu nem acreditava que tinha um muleque gostoso daquele dentro da minha casa!
Sem nem pensar, comecei a meter no cu dele..Ele deixava, gemia gostoso “Fode, caralho! Vai!”. Bombei por pouco tempo e já gozei. Caímos na cama, eu me levantei e fui pro meu quarto tomar banho.
Depois, no banho, fiquei pensando na loucura que tinha feito. Na hora de jantar resolvemos tocar no assunto. Ele disse que tinha curtido muito tudo aquilo e eu também falei que por minha aquilo podia se repetir. Com o passar do tempo, descobri que ele já tinha transado com outros caras e fomos repetindo as fodas. Um ano depois, ele continua morando comigo e trepamos muito, quase todo dia. Eu não sinto nenhuma culpa, pois tudo que fazemos é muito gostoso. Ninguém sabe de nós. Se alguém quiser me escrever ou trocar experiências, fique a vontade.

sábado, 14 de novembro de 2009

Conto Gay - Férias na fazenda


Passei minhas ferias na fazendo do meu tio. Foi no verão e estava bem quente. Nós estávamos relaxados a beira da piscina quando chegou um home muito bonito, deveria ter uns 40 anos, alto, algo grisalho, em perfeita forma física, viril, trajando calças jeans e botas. Logo meu tio o chamou para me apresentar. Era o capataz da fazenda, seu nome era Reinaldo e estava ali para avisar que estaria saindo em seguida e que no domingo estaria de volta lá pelo final do dia.
Meu tio informou-o da minha estadia pelos próximos dias e Reinaldo colocou-se a minha disposição para o que eu precisasse. No dia seguinte, após o almoço, meu tio deixou a fazenda retornando à Salvador. Não demorou mais do que meia hora e o capataz Reinaldo bateu na porta pedindo para entrar. Havia acabado de chegar e gentilmente perguntou se eu precisava de alguma coisa. Diante de sua gentileza, convidei-o a sentar e batemos alguns minutos de um papo.
Reinaldo era solteiro e morava em uma casinha algo em torno de uns 500m da casa principal. Disse que a sua casinha era muito confortável e que ele contava com a ajuda de um rapazinho filho de outro colono, para os serviços de limpeza. A sua alimentação era preparada pela esposa de outro colono e que estava satisfeito com aquela vida na fazenda. Após algum tempo Reinaldo falou que ia andando para não mais me atrapalhar e perguntou-me se eu não gostaria de jantar com ele. Aceitei o convite pela gentileza e fui orientado e como chegar à sua casa.
No finzinho da tarde me dirigi até o local indicado, bati na porta e fui recebido por um rapazinho mulato de uns 19 anos, que me informou que o Reinaldo estava no banho e me convidou para entrar e sentar. Ofereceu-me uma cerveja e foi até a pequena cozinha servir.
O menino era esguio, trajava uma bermuda de malha justa e camiseta regata, que deixavam a mostra suas formas pouco convencionais, pois, tinha a bunda bem redonda e coxas torneadas como de uma moça. Seus mamilos eram um tanto protuberantes com bicos espetados na camiseta e, sem dúvida, seu jeito era bem feminino. Cada vez que o rapaz vinha à sala me olhava de cima a baixo demonstrando interesse.
Reinaldo abriu a porta do banheiro e saiu enrolado numa toalha com o dorso nu, e disse que em minutos estaria de volta. Não pude deixar de ver que seu peito e braços eram musculosos, queimados de sol e com poucos pelos. Sem fechar a porta do quarto deixou a toalha cair no chão, de costas para a porta e não se preocupou em esconder um belo traseiro e o grande saco entre as pernas. Fui flagrado pelo menino enquanto olhava furtivamente para Reinaldo e imediatamente o menino falou:
- Você precisa ver ele de frente, é lindo e gigantesco! - falou com uma cara de tesão e se afastou mais uma vez.
As coisas ficaram mais claras para mim a partir dessa conversa. O menino devia ser o viadinho do Reinaldo e além de limpar e cuidar da casa, à noite recebia o \"pau lindo e gigantesco\" como pagamento. Enquanto eu pensava a respeito, Reinaldo veio estar conosco vestido apenas um short largo e sandálias. Sentou ao meu lado e com um sorriso sedutor nos lábios disparou \"na lata\":
- Você é um cara muito bonito, deve ter muita gente querendo ficar com você, não?
Confesso que na hora fiquei aturdido e sem reação, mas recuperei a tempo e devolvi no mesmo tom:
- Talvez... não tanto quanto você, mas, não posso reclamar.
Reinaldo mais uma vez pegou pesado:
- Mulheres, homens ou os dois?
E eu devolvi:
-Diga você primeiro!
- Eu prefiro o seu tipo...
- Pensei que fosse o tipo desse menino aí...
- O Carlinhos? Gosto também.
Eu falei que o menino Carlinhos havia feito grandes elogios a sua anatomia, não só pela beleza como pelas proporções. Reinaldo sorriu e concordou:
- Realmente, eu sou muito bem dotado e você?
Respondi que eu estava pelo lado da normalidade, mas que em compensação não tinha \"hora nem lugar para funcionar!\". Ao que Reinaldo falou:
- Tira essa camiseta, está muito quente... Carlinhos, traz o ventilador e põe aqui na sala para gente.
Nem havia tirado a camiseta senti os dedos de Reinaldo no meu mamilo direito, bolinando o biquinho do meu peito, o que fez com que pau que já estava a maia-bomba endurecer de vez. Reinaldo perguntou se podia dar uma chupadinha e eu balancei a cabeça positivamente. Imediatamente, chegou-se bem junto a mim e desandou a lamber e a chupar meu mamilo, passando a língua quente e molhada no biquinho fazendo-me gemer de tesão. Ao mesmo tempo em que chupava, apalpava minha pica, tentando botar para fora da bermuda. Como não conseguiu, pediu-me para tirar a bermuda e eu disse que ele deveria tirar o short também, o que fez de imediato e aí veio o meu espanto.
Ao tirar o seu short pude ver que Carlinhos tinha toda razão. O seu pau era muito grande e grosso, alguma coisa como uns 24 cm por muito de diâmetro. A cabeçorra era vermelha e praticamente toda vestida pelo prepúcio, o corpo era voltado para o lado esquerdo, meio curvo. A impressão que dava era que devido seu tamanho e peso iria abaixar a qualquer momento! Mas que nada! Tão logo ele pegou no meu pau o seu ficou mais rijo e mais inclinado para cima, mostrando ter ganhado em tamanho e diâmetro. Realmente assustador e delicioso!
Reinaldo me fez sentar novamente e voltou a me dar prazer no mamilo e agora punhetava lentamente na minha pica fazendo-me literalmente gemer. Eu tentava segurar aquele caralhão e me ajustava no pequeno sofá com essa intenção. Foi aí que eu percebi que eu tinha me esquecido da presença do Carlinhos. O menino estava junto à entrada da cozinha, com a bermuda abaixo dos joelhos punhetando sua pica que era bem mais encorpada do que eu poderia imaginar. Aquela imagem me acendeu mais ainda, pois estava com dois caras gostosos, cada um a sua maneira, e ambos com suas picas duras.
Desvencilhei-me um pouco de Reinaldo e abaixei para abocanhar aquele monstro e confesso que tive que me esforçar para botar aquilo tudo na boca. Era realmente uma pica muito gostosa. Prepúcios longos desses que cobrem boa parte da cabeça me dão muito tesão, e aquele naquela cabeçona era particularmente delicioso de brincar com a língua. Enquanto eu mamava naquele mastro quente, senti uma boca morna e molhada na minha pica e verifiquei que o Carlinhos havia se juntado a nós, certamente com a aprovação de Reinaldo. Assim, o círculo estava quase fechado, faltando apenas Reinaldo abocanhar o membro do menino.
No entanto, meu anfitrião tinha outros planos. Desfez o círculo, pediu-me que deitasse na mesa de jantar e ato contínuo ofereceu-me sua grande geba na boca, ficando em pé ao meu lado. Carlinhos, agora totalmente nu, voltou à carga e mamou minha pica como uma puta experiente deixando-me a ponto de gozar, quando Reinaldo disse que queria me penetrar. Tal comentário me fez reagir e tentar sair de cima da mesa já que certamente eu não agüentaria aquele troço todo no rabo. Reinaldo me conteve e tentando me acalmar disse que isso somente ocorreria se eu assim desejasse. Retruquei dizendo que vontade eu até tinha muito, mas, seria fisicamente impossível. Ele então perguntou:
- E se o Carlinhos te enrabar, acha que vai ser bom?
Eu não imaginava o Carlinhos na posição de ativo, mas o membro do menino era tentador, longo e não muito grosso com uma cabeça mais fina que o corpo e me parecia bem duro. Ademais eu estava louco por um pau dentro de mim. Respondi que gostaria de sentir o Carlinhos sim, mas, que depois eu é que seria o ativo. Meus pleitos foram bem recebidos e assim, Reinaldo, assumindo uma posição de guia, pediu a Carlinhos o lubrificante e aplicou com muito carinho no meu rabo.
Carlinhos posicionou-se em pé em frente à mesa, flexionou minhas pernas para cima e penetrou-me devagar e deliciosamente. Seu membro estava muito duro fazendo aquela penetração ocorrer de forma muito prazerosa. Bombou inicialmente com vagar, procurando aprofundar mais o membro no meu reto, posteriormente bombou mais rápido e com força, fazendo eu me sentir bem preenchido e alargado. Eu continuava com a pirocona de Reinaldo na boca, chupando avidamente, só largando para gemer enquanto era penetrado pelo viadinho gostoso. Estava a ponto de gozar, mas ainda queria meter num dos dois ou mesmo nos dois. Roguei a Reinaldo que parasse de me punhetar e ele me pediu para meter só um pouquinho, que se doesse ele tiraria etc...
Confesso que o meu tesão era animal e a idéia daquele cara em cima de mim estava me seduzindo rápido. Carlinhos obedecendo a um comando de Reinaldo tirou seu cacete do meu rabo e afastou-se da posição para que seu patrão a ocupasse. Implorei por muito lubrificante, tanto no rabo como no pau. Reinaldo atendendo a meu pedido encheu a mão com o lubrificante e espalhou na cabeçorra, assim como, ao longo de todo o membro, colocou uma boa quantidade nos dedos e penetrou-me com dois deles, massageando-me por dentro enquanto espalhava o gel. Tornou a lubrificar a cabeçorra e o membro com mais gel e colocou-se junto à mesa, membro em riste pronto para minha imolação.
Segurei aquele membro melado e apontei para a entrada de meu cuzinho. Senti quando meu anfitrião pressionou a cabeçona e meu cú dilatou-se o suficiente para permitir a entrada de metade daquela ponta vermelha e dura. Até aí era só tesão. Reinaldo ficou nas pontas dos pés e jogou seu peso na minha direção fazendo com que a cabeçorra entrasse toda, causando uma dilatação anormal no meu ânus e causando-me muita dor. De forma a aliviar a dor ou mesmo desviar o foco de minha atenção, Carlinhos aplicava-me um boquete de primeira, no entanto, face aquela verdadeira ameaça, meu pau foi murchando ao mesmo tempo em que Reinaldo vinha entrando em mim. Por fim, eu estava com boa parte daquela vara gigantesca enterrada no meu reto. Eu fazia força para apertá-la com o esfíncter, mas era impossível face a sua largura e dureza. Meu parceiro permaneceu imóvel, permitindo que eu me \"acostumasse\" com sua peça e aos poucos começou a se movimentar vagarosamente até que aquela tortura foi se transformando em puro prazer e meu pau voltar a endurecer com a mamada que eu recebia do viadinho.
Reinaldo com muito jeito foi bombando aquele negócio dentro de mim, fazendo daquela experiência única, uma enorme fonte de prazer e tesão. Em pouco tempo a idéia de receber uma verga daquela já estava me excitando e eu já pedia a meu parceiro que metesse mais. Sentia a pica num ritmo forte vindo muito dentro de mim, batendo com força lá no fundo até que Reinaldo gemeu alto e gozou no meu rabo fazendo-me sentir os enormes espasmos daquela pica.
Depois do gozo meu parceiro ainda mexeu gostosamente, fazendo-me sentir o quanto ele havia ejaculado no meu cu, puxou de dentro aquela pica enorme fazendo escorrer muita pôrra na mesa de jantar e fiquei imaginado o quanto meu rabo estaria dilatado. Concluí que depois daquela eu estaria apto a receber qualquer pica que me desse tesão.
Depois de imolado quis o meu reverso. Pedi a Reinaldo que ajoelhasse no sofá de costas para mim, abaixei e lambi aquele cú de macho gostoso, besuntei seu cuzinho e minha pica com gel lubrificante e penetrei aquela bunda tesuda, bombando sempre forte, motivado por meu transbordante tesão. Minha pica estava rubra, quente e firme como uma rocha, permitindo-me penetrar fundo naquele rabo. Meu parceiro gemia como um \"bezerro desmamado\" pedindo mais pica. Carlinhos assistia a cena e punhetava sua pica, mas não resistiu e gozou espalhafatosamente, gemendo alto e esguichando muita pôrra no rosto de Reinaldo. Tal visão elevou a minha excitação e com isso gozei muito no cuzinho de meu anfitrião. Tomamos banho, bebemos uma cerveja e jantamos satisfeitos.
Uma tarde especialmente, Reinaldo veio me procurar e me pediu para ir até meu quarto. Lá chegando, levantou minha camisa e mamou gostosamente meus mamilos, fazendo com que meu pau ficasse roxo de tesão. Em seguida chegou pertinho de mim, tomou meu pau na mão e esfregou no seu pau, para depois literalmente engolir o meu com o prepúcio dele. Essa foi uma sensação muito gostosa que nunca havia experimentado. Com meu pau coberto pelo prepúcio dele, punhetou os dois de uma só vez. Para não perder a viagem, lubrifiquei bem meu buraquinho, debrucei-me na janela que dava para uma colina verdejante, empinei a bunda oferecidamente, afastei as nádegas com as mãos e recebi mais uma vez o pirocão de meu novo amigo. Reinaldo me enrabou gostoso, puxou para fora e botou várias vezes, fazendo-me sentir o diâmetro daquela cabeçorra, passou a mão por debaixo de meu corpo e punhetou meu pau, bombou sua picona com ritmo até gemer e me encher de leitinho quente.
Uns dois dias depois, eu estava totalmente concentrado lendo um romance e Carlinhos entrou a sala trazendo algo embrulhado em um pano de prato. Sua mãe havia me mandado um bolo de fubá. Agradeci muito e pedi que ele levasse meus agradecimentos à sua mãe, todavia, Carlinhos me disse que em agradecimento eu podia dar um pouco de atenção exclusiva a ele. Na realidade, em todas as ocasiões em que estivéramos juntos na casa do capataz, Carlinhos tinha servido como mero coadjuvante. Merecia alguma atenção. Deixei o livro na mesa e saí com Carlinhos atrás de mim. Em poucos momentos o menino estava batendo na porta do meu quarto.
Logo ao entrar, abaixou o curto short que vestia exibindo seu gostoso cacete, que já estava à meia bomba. Rapidamente despi-me ficando à vontade e puxando o menino na minha direção e o virei de costas para apreciar sua bela bunda. Alisei e mordisquei aquelas nádegas fartas enquanto punhetava aquela pica safada. Carlinhos estava com muito tesão e reclamou que eu nunca tinha comido seu cuzinho. Pedi a ele para preparar a minha pica que eu enterraria com muito gosto naquela bunda grande. O menino caiu de boca e, como das demais vezes, mamou como puta rameira, engolindo minha pica até a garganta, lambendo minhas bolas, esfregando a cabecinha na língua, fazendo meu pau ficar duro como tora.
Deitei o viadinho de lado, levantei uma de suas pernas e, deitando-me por trás, enterrei a pica naquele cú guloso. Bombei gostoso naquele rabo farto enquanto massageava sua pica e lambia o seu mamilo que ficava a minha disposição. O menino gemia alto pedindo mais, afirmando ser meu viadinho e que eu podia fazer o que quisesse com ele. Alternamos a posição e o viadinho sentou com vontade na minha pica enquanto tocava uma punheta e alisava o bico do próprio peito com o dedo molhado de saliva. Por fim, deitei por cima de suas costas enterrando a pica no fundo de seu cuzinho, gozando gostoso enquanto o menino gemia para mim. Para não deixar Carlinhos na mão, mamei na sua piroca mulata até receber seu leitinho na boca e deixa-la murchinha.
Tive ótimos momentos naquela fazenda com o capataz e seu viadinho. Às vezes eu os visitava em sua casa, outras tantas Reinaldo me surpreendia no meio do dia e eu o arrastava para meu quarto onde sem qualquer pudor levava aquela jeba por inteiro no rabo.

Conto Gay - Na Piscina do Clube


Eu havia me mudado recentemente para para Belém do Pará vindo do Rio de Janeiro.. Moravamos em uma aréa onde muitas familias militares residiam pois meu pai é militar.
Eu ainda estava me adaptando, já tinha ficado com algumas garotas que moravam no bairro (eu tinha a vantagem de ser carioca, elas adoravam meu sotaque, o jeito que eu me vestia etc.), mas com os caras, eu não me entrosava direito, eles me olhavam com certa hostilidade e eu ficava na minha. Com o tempo consegui fazer amizade na natação do clube que freqüentávamos. Ele se chama Alfredo e eu ficava sem jeito com ele, o achava bonito pra caralho, bem mais que eu. Ele tinha corpo de nadador, um pouco mais alto que eu, branquinho, com o tórax desenvolvido, costas largas, pêlos fininhos no peito, abdômen e nas coxas não muito grossas, cabelo liso castanho, abaixo um pouco das orelhas, da mesma cor de seus olhos. Tinha sorriso fácil, era meio moleque, tratava todo mundo na boa, mas gostava de tirar onda com o pessoal......, mas não comigo...., me dava uma atenção do cacete. Eu não sabia por quê. Eu era menor que ele, queimado de sol, usava o cabelo comprido nos ombros também largos, meio parafinado, embora nunca tivesse pisado numa prancha de surf. Assim como ele, tenho os olhos castanhos, mas, bem mais claros. Eu era mais reservado e ia ficando mais espontâneo a medida que me entrosava e gostava da pessoa.
Um dia, depois do treino, os outros caras foram embora e nós continuamos na piscina, ele tava me dando dicas sobre a pernada do nado borboleta. Era final de tarde, começou a chover e nós ficamos dentro da piscina, na escada, conversando, só com a cabeça para fora da água. Ventava muito, trovejava, e se a gente saísse naquele momento ia sentir muito frio. Ele estava bem perto de mim, falando sacanagem, a gente ria muito e ele esbarrava em mim toda hora. Em determinado momento ele se encostou na minha perna e continuou falando com a maior naturalidade para quem tava duro, com a metade do pau pulando pra fora da sunga pequena. Eu não sabia o que fazer, mas também fiquei excitado e ele, percebendo que eu não reclamei, continuou lá e de vez em quando dava uma roçada, como quem diz, sente essa parada.... Aquelas alturas, só ele falava, embora, tivesse momentos em que ficava sem o que dizer, mas logo arranjava outro assunto, acho que para eu não ficar sem graça e sair fora.

Já tinha escurecido e o clube estava vazio com aquele toró. De repente, eu senti sua mão passar nas minhas costas, no começinho da minha bunda, assim, quase sem querer, como se acompanhasse o movimento da água. Aquilo tava me deixando zonzo e a ele também, que já não conseguia disfarçar conversando. Eu, na doida, resolvi mergulhar e lá no fundo da piscina, baixei minha sunga até os joelhos, voltando à superfície. Ele tinha se afastado um pouco e perguntou com cara meio emburrada:  Luciano, tá a fim de sair fora, cara? Eu respondi:  Não, tá frio lá fora e aqui tá legal..., se vc quiser ir, vai, cara....!
Ele voltou para escada, me olhou sério e me disse que também não tava a fim de ir ainda, roçou de novo em mim e falou baixinho:  Ninguém vai saber de nada, te dou minha palavra...., deixa cara....

A iluminação próxima a piscina foi ligada, mas a escada ficava meio sombreada e ninguém podia ver a gente. Eu não respondi, nem conseguia olhar pra ele. Ele deu outra esfregada na minha perna e pegou na minha bundinha. O pau dele deu um tranco, quando sentiu que eu estava com a bunda de fora e imediatamente ele colocou a minha mão no seu pau.

Eu peguei num pau pela primeira vez na minha vida. Era muito grande, a cabeça era macia, menor um pouco que o talo, que engrossava mais na base. Alfredo alisava as minhas nádegas lá por baixo e quando ele passou o dedo bem de leve, meu anelzinho se contraiu, meio que prendendo o dedo dele. Ele puxou o ar entre os dentes e sussurrou: Me dá tua bundinha, cara? Eu respondi:  Pôrra Alfredo, eu nunca fiz isso, tô com um medo do caralho..., teu pau é muito grande, cara.... Ele retrucava: Eu sei, eu sei, mas ninguém vai saber e eu não vou meter tudo..., eu coloco bem devagarzinho, até onde vc agüentar...., deixa eu colocar só a cabecinha então...? Não é papo furado..., não vou te machucar, eu tô com maior tesão e vc também a fim....., deixa eu meter um pouco em vc...?

Eu não conseguia soltar aquele cacetão e o Alfredo já estava com o dedo dentro de mim, tentando fazer com que eu ficasse de costas para ele. Eu disse a ele queria ver. Se erguendo um pouco na água para me mostrar, ele dizia:  Quer ver o meu pau? Tá aqui, olha..., pode olhar...
Fiquei hipnotizado por aquele pauzão "bonito pra cacete" e ele sentiu o que eu estava com vontade de fazer e falou:  Dá uma chupada, vai Luciano....
Eu coloquei a cabeça vermelha na boca e fui chupando e engolindo aos poucos, até onde deu. Estava duro como uma pedra. Alfredo gemia baixinho e murmurava:  Isso..., chupa vai, chupa, tá gostoso, cara..... , chupa, chupa o meu pau que tá gostoso.
Passei a mão na bundinha do Alfredo, um pouco com medo da sua reação e para minha surpresa ele pegou no meu pau e pediu mais uma vez: Deixa eu meter só a cabeça na tua bundinha vai, bem devagarzinho, eu bato uma punheta pra vc e aí vc não vai sentir muita dor....,. Ele tirou a minha sunga e a dele, se apoiou passando os braços por trás das hastes da escada, fazendo seu corpo flutuar até aquele cacetão ficar todo pra fora da água, me mostrando sua ereção:  Olha como vc deixou ele..., quer?, Quer ele dentro de vc ? Eu fui me aproximando e quando eu estava virando de costas ele disse:  Fica de frente pra mim, que é melhor.... Eu me segurei na escada, abrindo as pernas, apoiei meus pés nos degraus e fui me encaixando em cima e de frente para ele, que se movimentava roçando aquele cacetão todo na minha bunda.. Eu gemia baixinho e ele perguntava:  Tá gostando cara...? Gostou do meu picão? Eu respondi:  Meu, vc tá fazendo eu ficar doidinho pra dar a bunda. Ele, na hora, encaixou a cabeça e disse: Então senta vai, vai sentando devagar na cabeça do meu pau... Quando começou a entrar estava doendo, mas com a excitação dava para agüentar, ele forçou um pouco e aquele cabeção escorregou para dentro da minha bundinha virgem.

Aí eu senti:  Ai cara, tá doendo , tira, tira....!
Ele tirou, deixando só encaixado e falou me olhando com carinho:  Fica calmo, que já vai passar. Soltando um dos braços da escada ele pegou no meu pau, apertando de leve, falando no meu ouvido:  Vem de novo vem, devagarzinho...., fica tranqüilo que eu não vou meter com força nesse cuzinho apertado....
Com o braço solto, ele me puxava em direção ao peito dele. Me abraçando, roçava seu rosto em meu pescoço. Agüentei aquele pirocão grosso, aquela tora de carne dura de uns 19 cm, até a metade, eu acho.., fiquei mexendo e ele empurrando de leve, falava:  Essa bundinha arrebitada é minha, vou encher de gala esse cuzinho..., Tá gostando tá ? Então, deixa eu meter mais um pouquinho...

Até que eu, não agüentando mais, falei baixinho: Tô pra gozar, cara, tô pra gozar... Ele pediu: -- Espera, espera um pouco.... Mas não deu mais, meu anelzinho, começou a morder o pauzão dele de novo, naquela agonia ele me puxou pelo quadril, enfiando tudinho na minha bunda e batendo uma punheta pra mim, me olhava e dizia:  Goza, goza gostoso na minha pica que eu deixo...,vou gozar gostoso dentro dessa bundinha..., Quer gala, quer? Ele então se soltou da escada, me apertou junto ao seu corpo e me puxou para baixo. Nós gozamos debaixo dágua.
Quando voltamos a superfície estávamos sem fôlego e tossindo, olhamos pra cara um do outro e começamos a rir.

A chuva tinha passado, fomos pra casa calados e no caminho atravessávamos uma grande praça escura e com muitas árvores. Estávamos tremendo com frio e o Alfredo colocou o braço por sobre meu ombro, me puxou de encontro a ele e sorriu para mim.
Depois disso, continuamos a amizade, mas ficávamos sem graça um com outro quando estávamos sozinhos.
Alguns meses depois o pai dele foi transferido para São Paulo. Antes de ir para o Aeroporto ele foi em casa se despedir, me abraçou e roçou de novo o seu rosto no meu pescoço.
Nunca mais o vi, mas essa lembrança está muito viva em minha mente, mesmo após quase 30 anos.

E-mail= allan.luc@gmail.com

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

O Boy Loirinho da Academia




Eu me chamo Luciano, já com uns 32 anos, saía do trampo e ia malhar, pra manter a forma e ficar bem comigo mesmo. Tenho 1,75 m, 73 kg, tenho cabelos pretos curtos, nada muito especial no meu físico, além olhos castanhos claros, mas está tudo no lugar e acho que o conjunto causa boa impressão, pois não tenho dificuldade de arranjar companhia. Embora seja uma pessoa meo reservada, sei que tenho facilidade para me aproximar de quem me atrai, podendo ser muito simpático e cativante, envolvendo as pessoas na “mãnha”, como se costuma dizer aqui em Belém do Pará. Ele tinha acabado de fazer 19 anos quando começou a frequentar a mesma academia, aparentava ser menor idade, tinha cara de moleque safado e se chamava Jason . Era branquinho, muito loirinho, tinha pêlos nas pernas que iam “rareando” quando subiam pelas coxas e voltavam a engrossar na virilha formando o “caminho do pecado” na direção de seu umbigo. Seu peito largo também tinha alguns pêlos claros. Devia ter 1,80m, era magro, mas tinha bundinha, coxas grossas e costumava ir malhar com shorts um pouco curtos (mas não apertados), que puxava para baixo da cintura e com camisetas velhas e cortadas, deixando seu abdômen liso a amostra. Eu não conseguia tirar o olho daquele cara, principalmente quando ele ia para determinados aparelhos e deixava em destaque aquele volume grande, mal arrumado para a direita. Às vezes ele se “tocava” que podia chamar a atenção e metia rápida e discretamente a mão dentro do shorts colocando aquele cacetão para baixo, o que me deixava alucinado, pois eu ficava em posição que dava ver o seu pauzão “descansando” no meio daquelas bolas, por entre o seu calção, em cuecas brancas e surradas de algodão, quando ele ficava de pernas abertas deitado no supino. Fiquei “secando” o cara sem deixar ele perceber por cerca de 6 meses. Ele estava ganhando massa muscular e ficando mais gostoso e como ele me deixava nervoso, não conseguia ficar à vontade para tentar me aproximar. Até que um dia ele me pegou “feio” olhando para ele no supino, eu não consegui disfarçar . Ele ficou me encarando curioso, mas depois fechou a cara. Terminei meus exercícios e fui para casa, triste por ter dado bobeira, pensando que daquele jeito eu nunca ia conseguir transar com o “boy loirinho” e ainda ia servir de gozação para os outros caras da academia. O próximo dia era sábado e eu resolvi ir malhar às 8:00 h para pegar a academia vazia e a única pessoa que já estava lá quando eu chego é o Jason. Ele olha para mim e me cumprimenta muito naturalmente: __ Fala cara !!!, porra eu tava sozinho nessa porra, dá uma força pra mim aqui, que eu aumentei minha carga ontem e ainda não tô aguentando legal esse peso.... Lá fui eu pra trás do supino apoiar a barra para aliviar o peso enquanto ele fazia as repetições. Malhamos juntos naquele dia, ele falava muita sacanagem e ficou surpreso talvez por eu ser mais velho e não ter muitas amizades na academia, quando eu entrei na onda dele e comecei a falar besteira também. A gente acabou rindo muito naquele dia. De vez em quando ele me olhava com uma cara meio safada, mas eu ficava na minha. Às 10:30h tínhamos terminado as séries e fomos embora quando a academia estava começando a encher, quando ele comenta: __ Porra tinha esquecido que ainda tenho aula de informática essa tarde, ás 2 horas, caralho ....! Eu perguntei onde ele estudava e descobri que a escola ficava bem perto do meu apartamento. Eu já tinha a vida bem estruturada, morava só e resolvi o convidar ele pra passar lá em casa depois da aula, tomar uma cerveja, ouvi uma música ou ver uns filmes (eu ia passar na locadora). Ele ficou calado um tempinho, mas logo sorriu e pegou meu endereço e telefone, disse que ia lá sim, depois das 4 horas e perguntou se dava para eu pegar um filme de sacanagem, pois já fazia um tempo que ele não via porque na casa dele tem sempre muita gente. Faltavam 15 para às 4 quando o interfone tocou e ele foi logo falando: __ Cheguei cedo cara?!!, o filho da puta do professor liberou a gente mais cedo hoje... Eu respondi: __ Sobe aí, tô terminando de tomar banho... Saí do banheiro e Jason estava na sala de bermuda jeans apertada, tênis e camiseta regata azul marinho, e óculos escuros. Ele tava lindo cara, na sua simplicidade. Perguntou se podia ver meus CDs e eu falei pra ele colocar um som e pegar uma cerveja na geladeira enquanto eu me vestia. Começamos a beber e conversar sobre música e para minha surpresa ele conhecia e gostava de muitas bandas de rock da minha geração: Iron, Rush, Nirvana, Pink, Led, Queen, entre outras. Foi quando ele saiu com uma tirada inesperada: __ Porra cara, eu sei que nem sempre tem a ver, mas pra gostar desse som vc deve curtir um baseado..., Porra se vc curtir e tiver um aí, eu tô mesmo muito a fim de fumar... Eu ri alto e respondi: __ Vamos fumar então... Ele ficou todo entusiasmado: __ Porra cara, legal mesmo... Fumamos um baseado e ele perguntou se eu havia pego “aquele” filme, eu respondi que sim, mas teríamos que ir para o meu quarto, pois o DVD ficava lá. Pegamos mais cerveja e eu coloquei o filme e puxei as cortinas do quarto pra ficar meio escurinho. Nos sentamos um em cada lado da cama e Jason pediu pra tirar a camiseta e o tênis. O filme começou a rolar. Com meia hora eu já “chapado” não conseguia tirar os olhos da bermuda dele que estava com um volume enorme, o pau dele estava pra baixo e formava um arco duro e pulsante no jeans. Ele fingia que não estava percebendo que eu estava olhando. Acho que aquela tora mal arrumada estava incomodando e ele pediu pra dar uma mijada. Ele foi no banheiro e eu fui pegar mais cervejas e ainda vi ele metendo a mão na bermuda pra tirar a rola, com certa dificuldade. Ele voltou para o quarto com o pau pra direita. Não resisti mais e passei a olhar mais insistentemente. Ele olhava pra mim de vez em quando, fazia algum comentário sacana sobre o filme e ria e eu já me desesperando pensando se eu deveria esticar a mão e pegar logo naquela rola de uma vez, que já tava manchando de leve a bermuda com uma gotinha de sêmen na direção da glande. Depois de quase uma hora de filme, percebendo que não dava mais pra ignorar que eu não tirava o olho do pau dele, Jason virou pra mim, me encarou sério e disse: __ Qual é cara ? Não para de olhar pra cá..., Disse isso dando uma apertada no pau e então eu falei baixo e meio sem coragem: __ Jason, já te fizeram um boquete enquanto vc via um filme pornô ? Ele chegou pra perto de mim e com cara de puto, próximo do meu rosto perguntou, com a voz muito grossa: __ Como é que é cara ? Confesso que eu estava tremendo de nervoso, com medo da reação dele, passando pela minha cabeça, que ele tinha deixado ir tão longe só pra ver a minha e depois cortar e me sacanear e então olhei sério pra ele também e respondi: __ Deixa pra lá..., Voltei a olhar pra o filme agora com a cara fechada, ele ficou me encarando ainda um tempo, mas depois recuou para o lado em que ele estava na cama, esticou as pernas e de supetão abriu o zíper e puxou a bermuda pra baixo, junto com a cueca e seu pau pulou como uma alavanca, durão e avermelhado, batendo na barriga com força, fazendo aquele barulho de tapa. Ele afastou a rola do abdômen, forçando só com um dedo, apoiado na base grossa daquela pica, empurrando ela pra cima, que era pra eu ver bem o tamanho. Eu estava pasmo olhando aquela coluna de carne, quando ele disse: __ Tá a fim de chupar cara, se tiver mesmo a fim, taí....., mas é só chupar falô ? Eu me aproximei dele na cama e comecei a beijar suas coxas me aproximando da virilha e ele se masturbando bem devagar curtindo o filme e eu assistindo de perto e ao vivo aquele colosso pulsando: devia ter uns 21 cm, com uns pentelhinhos loiros, era grossa, branca, reta, roliça, afunilado um pouco na direção da glande, terminando com um cabeção vermelho macio e rombudo, parecendo que ia estourar de tão duro. Quando eu estava pensando que era melhor ter cuidado se não ele não ia gozar muito rápido. ele começou a esfregar a rola no meu rosto e falou baixinho: __Chupa logo, olha só a minha caceta já tá toda melada, tu não queria chupar?...então chupa....! Eu comecei a lamber a base da pica dele, cheirando a sabonete Phebo, sentindo o gosto do esperma que já estava escorrendo, o pau pulsava com força na minha mão a cada lambida que eu dava, até que eu abocanhei a sua glande apertando meus lábios em volta, fazendo movimentos pra cima e pra baixo, enroscando a língua naquele cabeção. Aí Jason ficou doido, pegou minha cabeça e forçou contra seu pau tentando fazer eu engolir aquela vara toda, mas eu consegui tirar da boca antes e ele meio puto falou: __ Porra cara, vc me deixa com o pau duraço, diz que quer chupar e depois fica com onda!!! Qual é ? Respondi rápido: __ Eu quero chupar e vou te chupar muito, mas eu também tô doidinho pra sentir esse cacetão na minha bundinha e não quero que voce goze logo, coloca em mim cara ? Nunca vi um pau do tamanho do teu !!! Ele ficou acariciando o pau, sorriu e falou: __ Porra cara, tu tem um papo do caralho não é ? .... chupa, chupa que tava firme, depois a gente vê o que a gente faz.... Eu voltei a chupar e agora chupava o cacetão todo, que estava duro como pedra, Ele “reinava” comigo, e dizia: __ Faz eu gozar faz cara...., deixa eu gozar na tua boca....? Eu continuei chupando e fui tirando minha bermuda ficando numa posição que dava pra ele ver minha bunda, foi então que ele falou: __ Deixa eu pegar na tua bundinha pra eu ver qual é.... Eu fui me virando lentamente e fiquei quieto de bruços na cama. Primeiro ele deu um tapinha, começou a apertar as nádegas e depois passar o dedo de leve no rego, descendo até lá embaixo. A essas alturas eu tinha entreaberto as pernas e meu traseiro tava se contraindo a todo minuto e quando ele sentiu isso, falou com a voz rouca bem excitado: fica de quatro fica, pra eu ver esse cuzinho piscando...., cadê a camisinha ? Eu lhe dei a camisinha e ele colocou o preservativo com dificuldade. Passei gel naquele cacetão. Em seguida ele me abraçou por atrás e com o pau dando “pinote” encostado na minha bunda, falou no meu ouvido: __ Tu me deixou com um tesão do caralho sacana, agora Eu respondi: __ Bota devagar que eu aguento tudo falô ?. Fica parado e deixa que eu vou colocando aos poucos dentro de mim, até entrar tudo.... Ele respondeu: __ Tá firme, mas eu quero gozar com o meu pau até o talo na tua bunda, sacana... Ele sentou na beira da cama e fiquei olhando pelo espelho, encostar o cabeção, que estava bem melado de lubrificante, no meu cuzinho. Ele ficou parado depois de apontar, eu relaxei e empurrei a bundinha para trás, entrou um pouco, eu senti dor mas fiquei na minha, ele puxou o ar entre os dentes sibilando e depois falou: __ Entrou só a “cabeçinha”, sacana... Eu aguentei um pouco e fiquei contraindo aquele cacetão no meu cuzinho e então engatei de novo a ré e a caceta dele entrou até a metade, eu já tava relaxado mas assim mesmo doeu muito. Eu dei um tempo de novo e excitado comecei a mexer um pouco e ele falou sussurrando: __ Não está mais doendo sacana ? Deixa eu meter tudo deixa ? Tá gostoso pra caralho, tá quente esse cu, apertadinho.... Eu falei sem pensar: __ Mete, pode meter tudinho que eu tô gostando.... Jason me agarrou pela cintura e nessa hora eu aproveitei pra por a mão dele em cima do meu pau. Me puxando para trás, enfiou aquele cacetão todo no meu rabo. Senti seus pêlos e saco encostando nas bochechas da minha bundinha e ele falava: __ Não mexe cara, não mexe cara que eu ainda não quero gozar, sacana....., fica parado que eu ainda não quero gozar.., Ah!!!, tá apertado pra caralho, Ah, sacana se tu ficar mordendo minha caceta assim com esse cuzinho eu não vou aguentar e vou gozar cara.... Eu então não me segurando, dei uma rebolada, depois fui para frente, deixando só o cabeção engatado, contraí o cuzinho e fui para trás, a engolindo aquele cacetão todo, com vontade... Falei pra ele: __ Goza cara, goza gostoso, que eu já tô gozando. Eu já estava espirrando gala em todo o colchão e Jason sentindo as contrações do meu cuzinho, me deu três bombadas com muita força. Meio descontrolado ele gozou, me esmagando na cama. Ele ficou deitado em cima de mim por uns 5 minutos, eu sentindo o pau duro dele ainda dentro pulsando e sua respiração cansada na minha nuca. Pedi pra ele tirar devagarzinho, pois estava doendo. Ele tirou com cuidado, sentou na cama e depois falou pra mim: __ Vem aqui que eu quero falar contigo... Eu sentei do lado dele meio desconfiado, ele passou a mão nos meus ombros e rindo encaixou a cabeça no meu pescoço, começou a me dar uns “cheiros”, eu fui virando procurando a sua boca, ele parou, me encarou sério de novo e foi aproximando seu rosto até me beijar com muito carinho.
Jason levantou pediu pra tomar banho e eu fui levar a toalha. Fiquei olhando pra ele na ducha. Ele sorria maroto e baixava a cabeça, olhava para pau que não baixava, olhava pra mim e ria de novo. Eu perguntei: __ Vai ficar tudo normal entre a gente não é cara ? A gente pode ficar amigo ? Ele respondeu: __ Pode sim, mas transa foi só essa falou ? Foi bom pra caralho e eu não quero me ligar...., não fica puto cara, isso nunca aconteceu comigo, não desse jeito e eu tenho receio, minha família é foda..... Assim como eu confiei em voce, te achei legal e deixei rolar, quero que vc entenda também o meu lado.... Talvez a gente dê uma saída aí, um dia desses..., deixa passar um tempo..., isso se voce ainda quiser, falô ?
Jason mudou de horário na academia, eu encontrei com ele uns 2 meses depois de novo em um sábado de manhã, me deu um sorrisão quando me viu, me chamou, me abraçou discretamente. Eu falei pra ele baixinho: __ Penso em ti pra caralho cara, se tu mudar de idéia, eu tô lá em casa... Ele riu e depois respondeu sério: __ Porra cara, não faz isso ...
Jason nunca voltou ao apartamento, eu tive que me mudar um tempo depois e perdemos contato. Eu dedico a ele com muita saudade a melhor transa da minha vida.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

[LEITOR DO BLOG] Meu primo esperto!!!!

Bem este vai ser meu primeiro relato. E é de minha primeira experiência. Bem deixe me apresentar, sou moreno olhos verdes, corpo sarado, e não afeminado. Esta experiência se passou quando tinha meus 13 anos, morava numa cidadezinha do interior de minas gerais. Meu primo tinha 16 anos, passou por uma cirurgia e estava com uma das pernas engessada, então quase todos os dias ia a sua casa para brincarmos já que ele não podia sair de casa para brincar. Ele sempre foi mais precoce que eu em tudo.

Um certo dia cheguei da escola, e minha mãe disse que minha tia pediu para eu ficar com meu primo que chamarei de Osmar, enquanto ela ficasse fora. Bem lá fui eu na maior ingenuidade. Quando minha tia saiu de casa, ficamos sozinhos, e meu primo me chamou para brincarmos de médico (uma mania que ele pegou já que ficava sempre indo ao hospital e tal). E me disse, que com outro colega dele eles brincavam e que era muito legal eu iria gostar. Eu aceitei e tal, e a brincadeira começou, ele estava na cama com a perna engessada, e começou a dizer como iria ser.

Quando o Osmar tirou o short eu fiquei assustado e ele disse, era assim, eu iria examinar ele, e depois faria o mesmo comigo. E foi me conduzindo com as mãos sem eu saber o que fazer, deixei. (bobinho eu né ?) Quando eu comecei a passar a mão na barriga dele ele disse que podia ir descendo, e não foi para meu susto maior que o pau dele tinha crescido demais, nunca tinha visto um pau grande e duro daquele jeito. E ele disse veja meu saco, o pau como estão grande?

Nossa levei um puto susto com aquilo, (nunca tinha visto um pau duro) e o meu primo é loiro, e todo cheio pêlos, o meu ainda não tinha se formado tanto. Só tinha visto o meu, era mais grosso que o meu, e não tinha o prepúcio como o meu, e tava com a cabeça pra fora. Eu disse que iria parar ele disse não, veja só como ele é pode pegar depois eu pego no seu também. Disse que estava com medo da minha tia chegar ele disse não tem perigo não. O desgraçado era safado. Quando peguei naquela vara, meu coração quase saiu pela boca, parei e ele disse deita aqui e tira seu short, eu tirei e ele pegou no meu que era mais fino e menor que o dele, e ele falou quer ver que gostoso, e levou a boca no meu pau, e começou a chupar. Na hora eu senti uma sensação muita gostosa, o meu pintinho ficou durinho na hora, foi muito bom, eu estava gostando e ele dizia para eu ir masturbando ele. O pau dele começou a soltar um liquido estranho para mim, mas depois descobri que era o liquido lubrificante. Eu quis parar novamente, e ele disse que era normal, que eu também estava soltando mas ele tava engolindo tudo. E quando vi era verdade, a sensação era maravilhosa. Eu estava gostando e foi duro quando ele falou para fazer o mesmo nele. Me deu nojo, mas ele disse vai passa a língua para você sentir, eu fui devagar, e acabei gostando. (depois descobri que aquilo era um 69 kkkk). Ele gemia mais que eu, eu achava estranho, mas só estava com a cabeça avermelhada na boca, a cabeça daquele pau branquinho, (devia ter uns 16 cm, na época. Então ele me fez engolir tudo, quase engasguei mas fomos fazendo isto até eu sentir um tremor no corpo, e acabei gozando pela primeira vez, pois só soltava a água de batata até aquele dia. Meu primeiro gozo, só vi um pouquinho porque ele engoliu o resto. Daí veio o grande problema ele não havia gozado e ele queria gozar, mas fiquei com nojo de engolir aquilo, então ele disse para eu ficar deitado de bunda pra cima. Fiquei com medo, mas ele, mesmo com a perna engessada deitou em cima de mim e começou a esfregar seu pau no meu reguinho, nunca tinha feito, e o pau dele foi melando meu cuzinho virgem, então ele disse deixa eu por somente a cabecinha, e sem dar tempo de eu responder colocou, a cabeça doeu pra caramba eu tentei sair mas ele segurou e disse calma, vai passar a dor, nossa doeu muito. E meu pau endureceu novamente. E ele começou a colocar devagarinho e beijando a minha nuca, comecei a sentir algo estranho, (que agora sei que era tesão), e ele colocou tudo. Senti seu saco bater na minha bunda.

Entao ele disse, ta gostoso não tá? Eu não falei nada e ele foi tirando e colocando de novo, já não sentia tanta dor até que ele disse eu vou gozar, eu não sabia o que era aquilo, então ele encheu meu cuzinho virgem, e deitou em cima de mim cansado, beijou minha nuca, e disse, baixinho você gostou inho? (era assim que ele me chamava). Fiz que sim com a cabeça. Quando ele tirou o pau do meu cuzinho, sai correndo para o banheiro, porque a vontade de defecar era grande, mas foi escorrendo pelas minhas pernas, um líquido estranho, e fui ver era sangue e porra. Me limpei, voltei todo preocupado perguntando porque aconteceu ele disse que era normal, que o outro amigo dele também, na primeira vez foi assim também. Eu disse que queria experimentar também, mas ele disse que outro dia porque já estava para minha tia voltar. Coloquei minha roupa, e ficamos ali conversando, e ele me explicando tudo que tinha acontecido, e tal. Êta primo safado me iniciou.



SOU LEITOR ASSÍDUO DO MENINUS CONTOS, POR FAVOR EDITEM ESTE LÁ TAMBÉM, ESPERO QUE GOSTEM, DEPOIS MANDO MAIS, TEM MUITA AVENTURA PARA SER RELATADA, INCLUSO COMO FOI PERDER MINHA VIRGINDADE COMENDO MEU PRIMO

UM FORTE ABRAÇO DO AMIGO LEITOR

domingo, 16 de agosto de 2009

Putaria de Universitarios

Depois do nosso troca-troca, meu melhor amigo Rodrigo e eu ficamos sem nos falar por muitos dias. Ao contrário do que geralmente acontecia, ele não foi à república onde moro na tarde seguinte e quando nos encontramos, por acaso, no clube onde jogo tênis, mal conversamos, pois estávamos sem graça com a putaria que tinha rolado na semana anterior.
No fim-de-semana seguinte resolvi, então, quebrar o gelo e chamei-o para a balada. Como de costume, eu o busquei em sua casa e fomos para a boate pegar umas gatinhas. Como sempre, o Rodrigo dormiu lá em casa em um colchão no meu quarto. De manhã, quando contava a ele que já tinha comido a menina que beijei na boate, ele falou:

“Pára com isso, cara. Da última vez que você me contou das suas trepadas, a gente acabou fazendo troca-troca na sua cama.”

“Aquele dia, foi você que começou com a putaria, tava doido pra dá pra mim!”, eu disse.

“Você me deixou com tesão... sempre achei você gostoso. Mas agora só fico com isso na cabeça.”

“Também não desencanei. Toda hora me pego reparando na bundinha dos caras do clube. Será que a gente é gay?”

“Que é isso, velho? Tá zuando!? É normal ter tesão em macho de vez em quando... Só pra você ter uma idéia, o seu amigo Filipe já deu pra um tanto de cara lá do clube e mesmo assim passa o rodo geral nas meninas.”

Antes de o Rodrigo ir embora, concordamos que não transaríamos mais, porém o que ele me disse sobre o Filipe não me saiu da cabeça. O Filipão era meu adversário nas partidas de tênis; cara alto, forte, louro de olhos verdes, mó pegador. Como eu estava doido pra fuder um rabinho de macho, comecei logo a pensar bobagens.

Na semana seguinte, depois que eu marquei, propositalmente, uma partida noturna, o Filipe e eu ficamos sozinhos no vestiário, tomando ducha um ao lado do outro.

“Cara, tô com muito tesão...”, eu disse.

“Tá na seca, velho?”, ele perguntou.

Foi quando eu expliquei que eu tava comendo a minha vizinha, mas que, ultimamente, só isso não estava me satisfazendo. Nisso, ele deu um sorriso safado e olhou pra minha rola. Eu estiquei o braço e passei a mão na bunda dele, dando um tapinha.
Então desliguei os chuveiros, peguei minha toalha e comecei a enxugá-lo. Quando cheguei ao seu rabinho, ele começou a beijar meu pescoço e minha boca, então agarrei-o e virei ele de costas pra mim, pressionando meu pau, já duro, contra seu reguinho lisinho.
Ficamos nessa brincadeira durante um tempo, até que ele se virou e começamos uma lutinha de espadas, esfregando nossos cacetes um no outro, enquanto nos beijávamos. Depois disso, o Filipe, só com uma mão, pegou nossos paus juntos e começou a bater uma punheta até gozarmos. Antes de irmos embora, tomamos banho e ele me chamou pra ir pro apê dele.
Chegando lá, o Filipão disse que queria fazer uma surpresa pro Flavinho, o colega de quarto dele. Então, tiramos nossas roupas e deitamos na cama do Flávio só de cuequinha. Depois de meia hora o Flavinho chegou e, ao nos ver semi-nus, não perguntou nada, apenas tirou suas roupas e se jogou na cama.
Eu fiquei no meio dos dois, sendo beijado e punhetado por eles, até que o Filipe começou a chupar meu caralho. Seguindo seu exemplo, eu comecei a chupar o Flávio, que, por sua vez, sugava a pica do Filipe. Fomos alternando até que o Flavinho começou a meter no Filipe de ladinho e pediu pra eu enfiar minha vara nele. Assim ficamos metendo de trenzinho, o Filipe na frente, o Flávio no meio e eu atrás.
Gozamos desse jeito e eu, que tava doido por um cuzinho de macho, sem perda de tempo, comecei a lamber o rabinho do Filipe, todo lambuzado com a porra do Flávio, que falava:

“Vai, Guizão! Seu putão viado, lambe minha porra do cu desse putinho, vai, seu pauzudo gostoso.”

Depois de limpar aqule reguinho lisinho, beijei o Flávio, enquanto afundava minha rola dura no cuzão fudido do Filipão, que estava de quatro.

“Vai, cara, mete até o talo, seu viado gostoso, arregaça meu cuzinho.”, dizia o Filipe.

“Tá gostando da minha rola no seu cuzão, seu viadinho safado?”, respondi.

O Flavinho, então, pôs a pica dele na minha boca e começou um movimento de vai e vem, pressionado, com as mãos, minha cabeça contra seu pau. Quando ele gozou na minha boca, engoli sua porra e enchi o cu do Filipe com a minha.
Em seguida, o Filipe falou que era a minha vez de ser a putinha deles e me deitou de barriga pra cima na cama, abrindo minhas pernas. Quando viu que meu cu era muito apertadinho, pegou lubrificante e lambuzou o meu cu, o pau dele e o do Flávio. Então os dois se alternaram para comer meu rabinho, até gozarmos.
Até hoje, rola uma putaria entre eu e o Filipe no vestiário, apesar de nunca mais ter comido ou dado cu pra ele.

  ©Template by Dicas Blogger.

TOPO